O inverno ainda não bateu aqui na porta, as folhas continuam caindo e a água vem, vem passando a limpo todo dia o erro do errado de não querer gostar de nada. O mundo gira pelo efeito do defeito de não ser igual a tudo que se vê. O fato é que estamos na correspondência de ser o que não estamos sendo a cada minuto que falamos sobre o que é. Mas, não é, não era e não estava? Não, não me venha falar sobre o conhecimento teórico das coisas infames e inexistentes. Se é a tua verdade, eu tenho a minha também, bem guardada escondida e tida como certa, incerta de se corrigir. Pensar sobre isso ou aquilo, não é pensar sobre o todo do meu ser desconhecido. Não tente adivinhar,supor ou escrever, as palavras vão continuar fazendo o sentido que eu desejo até o fim do pra sempre, que sempre acontece.
receita: no primeiro dia, chore, no segundo dia, limpe a casa, recolha suas roupas. no terceiro dia, escute sua música predileta e, dance. na semana seguinte escreva uns versinhos infames e chame-os de desilusão. vai soar bonito, eu aposto e juro que nesses dias todos até o dedinho do seu pé vai doer, porque sentir sempre dói sentir é justamente a percepção da matéria estranha a nós já dizia por aí alguma filosofia, e nos outros dias que sobram só, continue porque daqui 30 dias vem um carnaval
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